quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Violência Contra a Mulher - Sua atitude pode mudar a história - Sociologia com Arte - Pibid/Unama - E.M.E.I.F. Maria Luiza Pinto Amaral


Curso: Ciências Sociais/Unama
Escola na qual se realiza o projeto: E.M.E.I.F. Maria Luiza Pinto Amaral
Supervisora PIBID: Walkyria Santos
Coordenadora: Rachel Abreu
Bolsistas Pibid: Fernando Clares, Hellem Barreto, Joelza Pires e Ytallo Kassio.

Foi solicitado aos alunos que diante de todas as discussões que tivemos durante nossas aulas, elaborassem cartazes com o intuito de chamar a atenção da comunidade escolar para atuar no combate a violência contra a Mulher. Os cartazes foram apresentados no dia 10/11. No auditório da Escola Maria Luiza Pinto Amaral. 









 

Filme: Até o Limite da Honra - Violência Contra a Mulher - Projeto Sociologia com Arte - Pibid/UNAMA




Uma tenente precisa enfrentar os rigores do treinamento militar para poder se tornar uma agente de elite da Marinha norte-americana. Dirigido por Ridley Scott (Gladiador) e com Demi Moore, Viggo Mortensen e Anne Bancroft no elenco.

SINOPSE
Após a pressão de uma senadora (Anne Bancroft) de idéias aparentemente feministas, uma oficial (Demi Moore) torna-se a única mulher em um grupo de elite da Marinha Americana e no treinamento terá de provar que pode suportar semanas de tortura física e emocional, com poucos acreditando que ela possa vencer. Na verdade alguns altos oficiais do governo e até mesmo a parlamentar que lhe apoiou estão torcendo pelo seu fracasso.

Violência contra a Mulher, denuncie! - Projeto Sociologia com Arte - Pibid/Unama


Curso: Ciências Sociais/Unama
Escola na qual se realiza o projeto: E.M.E.I.F. Maria Luiza Pinto Amaral
Supervisora PIBID: Walkyria Santos
Coordenadora: Rachel Abreu

Bolsistas Pibid: Fernando Clares, Hellem Barreto, Joelza Pires e Ytallo Kassio.

Durante os meses de outubro e novembro, afim de emponderar nossos  alunos para que possamos combater os diversos tipos de violência cometidos contra as mulheres.
Para isso, utilizamos diversos curtas, comerciais, musicas e imagens a fim de colocarmos em discussão com eles, esta temática tão importante e que merece ser discutida por todos da sociedade.
Assistam os vídeos abaixo:

'Bata nela!'

Porquê?

“…É porque sou homem”, responde o ultimo garoto


 Poema: HOJE RECEBI FLORES

MAIO
Hoje recebi flores!
Não é o meu aniversário
ou nenhum outro dia especial;
tivemos a nossa primeira discussão ontem à noite,
ele me disse muitas coisas cruéis que me ofenderam de verdade.
Mas sei que está arrependido e não as disse a sério,
porque ele me enviou flores hoje.
Não é o nosso aniversário ou nenhum outro dia especial.


JUNHO
Ontem ele atirou-me contra a parede e começou a asfixiar-me.
Parecia um pesadelo, mas dos pesadelos nós acordamos
e descobrimos que não é real.
Hoje acordei cheia de dores e com golpes em todos lados.
Mas eu sei que está arrependido
porque ele me enviou flores hoje.
E não é Dia dos Namorados ou nenhum outro dia especial.


JULHO
Ontem à noite bateu-me e ameaçou matar-me.
Nem a maquiagem ou as mangas compridas poderiam ocultar
os cortes e golpes que me ocasionou desta vez.
Não pude ir ao emprego hoje
porque não queria que se apercebessem.
Mas eu sei que está arrependido
porque ele me enviou flores hoje.
E não era Dia das Mães ou nenhum outro dia.


AGOSTO
Ontem à noite ele voltou a bater-me, mas desta vez foi muito pior.
Se conseguir deixá-lo, o que é que vou fazer?
Como poderia eu sozinha manter os meus filhos?
O que acontecerá se faltar o dinheiro? Tenho tanto medo dele!
Mas dependo tanto dele que tenho medo de o deixar.
Mas eu sei que está arrependido,
porque ele me enviou flores hoje.


SETEMBRO
Hoje é um dia muito especial: é o dia do meu funeral.
Ontem finalmente ele conseguiu matar-me. Bateu-me até eu morrer.
Se ao menos tivesse tido a coragem e a força para o deixar...
Se tivesse pedido ajuda profissional...
Hoje não teria recebido flores!


(Autor: Desconhecido)


  Campanha: Diga Não a Violência

Dia 25 de novembro é o Dia Internacional da 

Não Violência Contra a Mulher

"De acordo com a OMS, quase metade das mulheres assassinadas são mortas pelo marido ou namorado, atual ou ex. Pelo menos umas em cada três mulheres apanham, são violentadas ou forçadas a manter relações sexuais em algum momento de sua vida. No Brasil, uma mulher é espancada a cada 15 segundos. Na Inglaterra, por semana, duas mulheres são mortas pelos seus parceiros. No Egito, 35% dizem ter apanhado do marido. Na África do Sul, 147 mulheres são estupradas todos os dias. Na França, 25 mil mulheres são violentadas a cada ano. Nos Estados Unidos, uma é estuprada a cada 90 segundos".

 

Os dados da Central de Atendimento à Mulher - Ligue 180, da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) são inéditos e correspondem aos atendimentos de janeiro a junho deste ano. Nesse período, o Ligue 180 registrou 343.063 atendimentos - um aumento de 112% em relação ao mesmo período de 2009 (161.774). Ou seja, as mulheres estão denunciando seus agressores.


 Musica Ele Bate Nela - Simone e Simaria

Era uma moça
Uma moça muito especial
Que namorava um cara
Que também parecia ser especial
Ele demonstrava
Ser um homem diferente
Mesmo com sua gentileza
Não conquistou a família da gente

E ele demonstrava amor
E jurava que nunca te enganou
Que seria sempre um anjo na vida dela
Que nunca maltrataria ela
E ela confiou
E entregou todo o seu amor
E esse cara com um tempo
A sua mascara quebrou

E agora ele bate, bate nela
E ela chora
Querendo voltar pros braços de sua mãe
E agora
Eu tô sem saída
E se eu for embora
Ele vai acabar com a minha vida

Aaaaai, aaaaai
Quanta dor eu sinto no meu peito
Devia ter feito as coisas direito

Aaaaai, aaaaai
Oh Deus me tire desse sofrimento
Porque viver assim eu não aguento
Só quero ser feliz


O que fazer?
 
Para denunciar, o primeiro passo é procurar a autoridade policial, seja em delegacias de bairro ou nas delegacias especiais de atendimento à mulher (DEAMs), que estão mais preparadas e acostumadas a lidar com esses casos. O passo seguinte é ir ao Juizado Especial da Violência Doméstica, para ser ajuizada medida cautelar protetiva, que garante a integridade física e emocional com as medidas que o juiz determinar. Com o processo criminal, o agressor perde, no mínimo, a condição de réu primário.
Se você foi vítima de algum tipo de violência ou conhece alguém que vem sendo, denuncie e busque informações.

Central de Atendimento à Mulher (180) - ligue de qualquer lugar do Brasil, a qualquer horário, para o número 180. A ligação é gratuita e pode ser feita de segunda a domingo, inclusive feriados.

 

Ensaio peça Teatral: "Severa Romana: A luta não Cala" - Projeto Sociologia com Arte - PIBID/UNAMA


PROJETO: CIÊNCIAS SOCIAIS - SOCIOLOGIA COM ARTE
Nome do bolsista: Fernando Victor Clares dos Santos
Curso: Ciências Sociais
Supervisora Pibid: Walkyria Santos
Coordenadora Pibid: Rachel Abreu

Nome da escola na qual realiza o projeto: Escola Municipal de E.I.F “Maria Luiza Pinto Amaral”
Data: 27/10/2015 – Ensaio peça Severa Romana

Atividade: Reunião com os alunos do 8º para organizar a apresentação teatral que abordará a temática violência contra a mulher. A trama elaborada conta a história de Severa Romana, uma mártir de Belém de 1900.
Objetivos: Conduzir os alunos para um melhor preparo para a peça, de forma que os mesmos se sintam mais seguros assim como aptos a dramatizar.
Metodologia utilizada: Reuniu-se somete os alunos quais atuarão diretamente na peça – atores – visando assim uma maior atenção quanto a passagem do texto e posicionamento em cena. Mais alunos se candidataram aos papeis ofertados, o que possibilitou uma espécie de seleção que se dará avaliando quem se enquadrou melhor no papel, soube dominar o timbre de voz – visto que na peça não será utilizado microfone -, e, principalmente, o comprometimento com a peça, qual podemos verificar, dentre outras coisas, como ter o texto decorado.
Resultados: novos comportamentos foram inseridos aos personagens: determinações espaciais como o posicionamento em cena assim como o momento certo de fazer parte da mesma.
Considerações: os alunos são bastante descontraídos, contudo, percebe-se ainda um pouco de vergonha na atuação, o que eles “camuflam” fazendo brincadeiras entre si mas que não fazem parte da peça.
O próximo ensaio se dará sem o uso de papeis de apoio, será o momento de decidir quem ficará na peça.







Apresentação do roteiro da Peça sobre o Lenda Urbana de Belém Severa Romana para os alunos abordando a violência contra a mulher - "Projeto Sociologia com Arte" - PIBID/UNAMA - E.M.E.I.F. Maria Luiza Pinto Amaral


Curso: Ciências Sociais/Unama
Escola na qual se realiza o projeto: E.M.E.I.F. Maria Luiza Pinto Amaral
Supervisora PIBID: Walkyria Santos
Coordenadora: Rachel Abreu
Data da Aula: 20/10/2015

Atividade: Apresentação do roteiro da Peça sobre o Lenda Urbana de Belém Severa Romana para os alunos abordando a violência contra a mulher

Inicio o presente relatório com o objetivo de analisar a partir das minhas observações como bolsista do PIBID, na sala de aula com a turma do 8ºano, trabalhando com a disciplina Sociologia. Na sala de aula o tema abordado foi“Violência contra a Mulher”. 

Pude perceber, sobretudo ao estar com os alunos em sala de aula, da necessidade de se abordar esses assuntos transversais com os mesmos, pois nesta fase é perceptível as indagações, os questionamentos referentes a esses assuntos. A turma não é tão numerosa, comporta 33 alunos que são bastante inquietos, conversam muito, mas, também são muito interessados na disciplina de Sociologia  que está sendo trabalhada através do Projeto Sociologia com Arte. 

Foi apresentado aos alunos o roteiro confeccionado pela supervisora e pelos Bolsistas do Projeto Sociologia com Arte, sobre o lenda Urbana Severa Romana, envolvendo o tema violência contra a mulher. Dessa maneira pretende-se mostrar para os alunos um maior aprofundamento em relação ao tema abordado, pois a partir da leitura e apresentação de uma peça teatral envolvendo a violência contra a mulher abordada no roteiro, Pudemos proporcionar aos alunos uma melhor reflexão sobre o tema em questão.

Os alunos estiveram reunidos em grupos cada um com suas devidas funções para iniciar os ensaios. Estes estiveram sobre a nossa orientação (Bolsistas), para tirar as dúvidas, discutir quais matérias a serem usados na confecção do cenário, ou seja, todos estavam muito comprometidos com a realização da peça teatral. 

É imprescindível, para o crescimento pessoal de nós futuros docentes, essa experiência em sala de aula, só acaba por nos mostrar a grande responsabilidade que um professor tem para ministrar suas aulas, com assuntos variados e sempre com muita competência.

Joelza Maria Pires de Sousa
Relatora – Bolsista Pibid/Unama






sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Lenda Urbana de Belém - Severa Romana - Sociologia com Arte - Pibid/UNAMA

Lenda Urbana de Belém - Severa Romana
material trabalhado com os alunos  em sala das turmas 831, 832, 731 e 732


  • Severa e o marido, o soldado Pedro Cavalcante de Oliveira moravam onde hoje se situa a rua João Balby, nº 81, no trecho entre a atual avenida Alcindo Cacela e a travessa 14 de Março, em modesta barraca, que funcionava como uma espécie de pensão dividida em vários cômodos que eram alugados. 
  • Aos 19 anos e grávida de cerca de sete meses, Severa Romana estava casada há quase dois anos quando ela e o marido concordaram em fornecer refeições, mediante módico pagamento, ao cabo Antônio Ferreira dos Santos, transferido do Ceará. Homem impulsivo e primário, logo se apaixonou pela jovem, grávida pela primeira vez, que repeliu energicamente as propostas do militar. Às 19 horas do dia 2 de julho de 1900, valendo-se da circunstância de estar o dono da casa de sentinela no quartel, Antônio foi à barraca do João Balby e, repelido mais uma vez, ameaçou de usar a violência para alcançar o seu intento. De nada valeram as súplicas e os gritos de socorro da vítima. Armado de navalha, o cabo atacou cruelmente a moça, golpeando-as no seio e no pescoço, degolando-a.
  •  
  • Fonte:
  • http://passeandopelosobrenatural.blogspot.com.br/2012/11/a-lenda-da-severa-romana.html


Documentos Interessantes: O Processo Severa Romana

De tantas “Beléns” e personagens que habitam o Centro de Memória da Amazônia/UFPA, encontramos Dona Ferreira que morava na Belém de 1900. Um tempo em que a cidade respirava ares de mudanças, que incluía profundas alterações na sua malha urbana e na população. Uma onda de nordestinos continuava chegando, principalmente cearenses, fugindo dos rigores da seca e acreditando na possibilidade de construir uma vida sustentada pela riqueza gerada pelo “ouro negro”.

Entre tantas moradas dessa Belém, tinha uma casa situada na rua João Balbi, número 81, que trazia na sua estrutura domiciliar e na sua arrumação doméstica, as marcas das transformações urbanas. Lá moravam várias famílias, entre elas: a de Dona Ferreira e seu marido; a do cabo do exército, o cearense Antonio; e a de outra cearense, Dona Gadelha. Embora vivessem no mesmo espaço domiciliar (e, talvez, por isso), as relações entre tais pessoas eram marcadas por tensões e por paixões. Até que, no dia 02 de julho de 1900, essas tensões explodiram. Dona Ferreira era responsável por fazer a comida dos moradores da casa. Na ocasião do almoço, quando fora servir a refeição ao cabo Antonio, este se recusou a comer, reclamando do tempero da comida – segundo ele, faltava cebola e azeite. A discussão fora testemunhada por uma terceira pessoa, Dona Gadelha, que se recusou a assistir a confusão. Cansada da briga, Dona Gadelha se retirou assustada para o quintal. Nesse instante, ouviu os gritos aflitos de Dona Ferreira. Correndo para o interior da casa, encontrou a cozinheira deitada de bruços no chão e imóvel. A primeira impressão da testemunha foi que a vítima havia levado uns safanões, mas ao chegar mais perto viu o sangue escorrendo das mãos, do pescoço degolado e do peito. Dona Ferreira estava morta. O assassino fora visto correndo na direção da Tv. 14 de Março e perseguido por uma pequena multidão entusiasmada em prendê-lo. O criminoso se refugiou no XV Batalhão, onde se entregou e confessou o crime. A multidão que o perseguira não esqueceu o crime e passou a chamá-lo de “fera fardada”.

No dia de seu julgamento (27/07/1900), a multidão estava de prontidão e se encarregou de repetir, efusivamente, a alcunha; e da turba alvoroçada pedras cruzaram o ar para alcançar o criminoso. Essa história, e tantas outras partes do passado da Amazônia, encontra-se na documentação criminal arquivada no Centro de Memória da Amazônia. Quantos mortos, quantas paixões, quantos medos, quantas cidades, quantas histórias aguardam um curioso e aguçado olhar para serem desveladas? Quantos passados podemos criar? Dona Ferreira, a assassinada, era uma pessoa bastante conhecida por vocês. Seu nome completo era Dona Severa Romana Ferreira, mulher que, até hoje, merece a devoção de tantos e por tantos. A fé e o tempo se encontram!
http://bloggerdocma.blogspot.com.br/2011/05/documentos-interessantes-o-processo.html
 Assista o Curta metragem acessando o link abaixo:

Filme resultado do II Prêmio Estímulo para Produção de Filmes de Curta Metragem da Prefeitura Municipal de Belém - FUMBEL.
Um filme de Bio Souza, Sue Pavão, Rael Helyan.
Elenco: Cláudio Marinho, Lúcio Martins, Luíza de Abreu, Natal Silva como "Vizinha" e Ladyane Rodrigues como "Severa Romana".
Baseado na obra de Nazareno Tourinho.

"Severa Romana" tem direção de Bio Souza, Sue Pavão e Rael Helyan e conta a história da dona de casa que se tornou uma "santa popular" após ser assassinada por um militar que tentou estuprá-la. O roteiro representa a cidade histórica de Belém e usa a linguagem ficcional para tratar de uma temática universal: violência e religiosidade. A ficção da tela é uma adaptação do texto do dramaturgo paraense Nazareno Tourinho. No elenco estão: Ladyane Rodrigues (Severa Romana), Luiza de Abreu (Dona da Pensão), Natal Silva (vizinha de Severa), Cláudio Marinho (Soldado Pedro, marido de Severa) e Lúcio Martins (Cabo Ferreira, assassino de Severa).




"Violência Contra a Mulher: Uma abordagem necessária" - Sociologia com Arte - Pibid / UNAMA

Durante este ultimo bimestre iremos abordar a questão da "Violência contra a mulher".

"No Brasil, entre 2001 a 2011, estima-se que ocorreram mais de 50 mil feminicídios: ou seja, em média, 5.664 mortes de mulheres por causas violentas a cada ano, 472 a cada mês, 15,52 a cada dia, ou uma morte a cada 1h30. Os dados foram divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em uma pesquisa inédita, que reforçou as recomendações realizadas em julho pela CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) que avaliou a situação da violência contra mulheres no Brasil."

 http://agenciapatriciagalvao.org.br/violencia/dados-e-pesquisas-violencia/dados-e-fatos-sobre-violencia-contra-as-mulheres/


quinta-feira, 22 de outubro de 2015

"GÊNERO E AS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS: A mulher pode chorar, homem não chora?" - Projeto Sociologia com Arte - Pibid/UNAMA

SOCIOLOGIA COM ARTE
PROJETO

Curso: Ciências Sociais/Unama
Escola na qual se realiza o projeto:    E.M.E.I.F. Maria Luiza Pinto Amaral
Supervisora PIBID: Walkyria Santos
Coordenadora: Rachel Abreu

A minha participação no Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) realizado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), juntamente com a Universidade da Amazônia-UNAMA, fomenta uma importante contribuição para minha formação docente. As atividades realizadas pelo Projeto Sociologia com Arte, possibilitaram novas experiências educacionais no ensino da disciplina de Sociologia. Este relato faz referência a apresentação do texto “Gênero e as representações sociais”, que trouxe para a sala de aula, a discussão a respeito dos padrões sociais estabelecidos ao homem e a mulher no decorrer da história. A apresentação deste conceito sociológico aos alunos da E.M.E.F. “Maria Luiza Pinto Amaral”, buscou descontruir os preconceitos de gênero construídos socialmente dentro da sociedade. O primeiro contato com esta problemática causou certo impacto aos alunos, pois perceberam que como seres sociais estão sujeitos a certas determinações impostas pela sociedade. A realização desta atividade mostrou-me a importância de discutir no âmbito escolar assuntos que na maiorias das escolas recebem pouca atenção. Os alunos demonstraram significativo interesse no assunto, interagiram e exemplificaram situações que abrangeram a discussão de gênero, evidenciando que a realização do Projeto Sociologia com Arte trouxe significativos benefícios aos alunos da Escola, ajudando a construir nos mesmo um olhar crítico e reflexivo sobre as mais diversas situações, e também melhora a minha prática docente, demonstrando-me a importância da aproximação entre teoria e prática.
Ytallo Kassio F. de Souza 
Relator - Bolsista Pibid/Unama

"DA PRIMEIRA INSTITUIÇÃO OU DOS PRIMÓRDIOS DO CONTRATO" - PROJETO: CIÊNCIAS SOCIAIS - SOCIOLOGIA COM ARTE - Pibid/Unama



SOCIOLOGIA COM ARTE
PROJETO

Curso: Ciências Sociais/Unama

Escola na qual se realiza o projeto:  
E.M.E.I.F. Maria Luiza Pinto Amaral

Supervisora PIBID: Walkyria Santos
Coordenadora: Rachel Abreu
Data daAula: 29/05/2015 com o tema família
Atividade: Apresentação, em formato de aula, do texto Da primeira instituição ou dos primórdios da sociedade.
Objetivos: Trata-se do primeiro texto a ser apresentado aos alunos dos nonos anos voltado a nova configuração do projeto feita para 2015, qual está voltada a abordagem de temas propostos pelos próprios alunos no segundo semestre de 2014. Tratando-se de família, buscou-se introduzir os primórdios da sociedade, com conceitos de homem no estado de natureza e homem social. O por que de vivermos socialmente e o que estabelece os níveis de parentesco.
Metodologia utilizada: Produzi o texto qual apresentei em slides, fazendo a leitura juntamente com os alunos. Para não tornar monótono, foram introduzidas charges assim como um vídeo de Daniel o pensador cantando juntamente com seu filho sua música “Isso aqui é família”. Para abordar o tema, busquei a obra de Rousseau, Do contrato social, da qual retirei os conceitos quais foram abordados e introduzidos aos aluno.
Resultados: Essa nova roupagem do projeto tornou ainda mais interessante as aulas no ponto de vista dos alunos, uma vez que tratei de um tema que era curiosidade dos mesmos. Foi possível ter essa percepção pela curiosidade dos alunos durante a aula, que aproveitaram para tirar dúvidas sobre os laços familiares de parentesco. Outro ponto é que o método de utilizar charges e vídeos atrai mais a atenção e o interesse dos alunos para a aula.
Considerações: Primeiramente, senti dificuldades na confecção do texto, visto que, se tratando da primeira instituição, não poderia utilizar de nenhum paralelo ou comparativo, já que as demais instituições de assemelham a ela e não o contrário. O que me implicou fazer um texto direto da abordagem do assunto – não tão lúdico quanto o que abordou Marx. Ainda assim, foi bastante proveitoso e o que eu achei que seria uma péssima aula foi uma aula muito boa, tanto para mim quanto professor como para os alunos no quesito entendimento.
Fernando Victor Clares dos Santos
Relator - Bolsista  Pibid/Unama


Logo abaixo apresentamos o texto utilizado em sala com as turmas 831 e 832:

"MAX WEBER E A AÇÃO SOCIAL - O que motiva os sujeitos a agirem socialmente?" - Projeto "Sociologia com Arte" - Pibid/UNAMA

SOCIOLOGIA COM ARTE
PROJETO

Curso: Ciências Sociais/Unama
Escola na qual se realiza o projeto:   
E.M.E.I.F. Maria Luiza Pinto Amaral
Supervisora PIBID: Walkyria Santos
Coordenadora: Rachel Abreu

Abaixo  Texto Trabalhado em sala de aula no projeto
Turmas 731 e 732
EMEIF Maria Luiza Pinto Amaral
Belém - Pará - Maio/2015

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Sexualidade - Sociologia com Arte - Pibid/Unama


SOCIOLOGIA COM ARTE
PROJETO

Curso: Ciências Sociais/Unama
Escola na qual se realiza o projeto:   
E.M.E.I.F. Maria Luiza Pinto Amaral
Supervisora PIBID: Walkyria Santos
Coordenadora: Rachel Abreu

Este relatório faz referência a apresentação do vídeo sobre Sexualidade. A apresentação do vídeo sobre sexualidade aos alunos od CIV-2º ano, correspondente ao 9º ano do Ensino Fundamental (turmas 831 e 832) da E.M.E.F. “Maria Luiza Pinto Amaral”, buscou trazer uma reflexão sobre os dilemas de uma gravidez precoce e as formas de prevenção a doenças. Evidenciou o papel da escola na discussão sobre sexualidade, e a importância de criar um olhar crítico sobre esta questão. O primeiro contato com esta problemática chamou a atenção dos alunos, pois devido alguns tabus como próprio vídeo mostrou, este assunto não é discutido por muitas famílias e escolas. A realização desta atividade mostrou a importância da análise sociológica sobre a questão da gravidez, chamando atenção dos alunos sobre os aspectos sociais, culturais e religiosas na influência sobre a decisão acerca da sexualidade.
Ytallo Kassio F. de Souza 
Relator - Bolsista Pibid/Unama

 Links para vídeos exibidos em sala:


Equipe do Projeto Pibid/Unama"Sociologia com Arte"

"EMILE DURKHEIM E OS FATOS SOCIAIS: Vamos seguir as regras sociais ou deixar que a sociedade adoeça?"- Pibid/Unama - Sociologia com Arte

SOCIOLOGIA COM ARTE
PROJETO

Curso: Ciências Sociais/Unama
Escola na qual se realiza o projeto:   

E.M.E.I.F. Maria Luiza Pinto Amaral
Supervisora PIBID: Walkyria Santos
Coordenadora: Rachel Abreu
Bolsista: Ytallo Kassyo F. Souza (18/09/15)
Este relatório faz referência a aula sobre “Émile Durkheim e os fatos sociais”. A aula sobre Durkheim foi conduzida a partir do texto "EMILE DURKHEIM E OS FATOS SOCIAIS: Vamos seguir as regras sociais ou deixar que a sociedade adoeça?". O conceito de fatos sociais foi apresentado pela supervisora Walkyria Santos alunos do 8º ano, das turmas 731 e 732, que tiveram o primeiro contato com a abordagem funcionalista de Durkheim. Nesta aula os alunos foram situados acerca do período histórico da abordagem deste autor, possibilitando uma real compreensão da formação do pensamento de Durkheim, o conceito de fato social foi abordado e exemplificado nas aulas posteriores.

Equipe do Projeto Pibid/Unama"Sociologia com Arte"

Link para aumentar janela pdf - importante pra o grupo

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segunda-feira, 25 de maio de 2015

Reunião dia 04/05/15

  Dia: 04/05/15
Local: Sala 107-A Unama
Hora: 16 h
Assuntos discutidos durante a reunião:
  • Compromisso com o Programa;
  • Clausulas contratuais;
  • Apresentação do bolsista Sávio como novo integrante do projeto;
  • Avaliação sobre a participação dos bolsistas durante a visitação no Teatro da Paz.
  • Foram apresentados os artigos já produzidos aos bolsistas;
  • Obrigatoriedade da produção de artigo pelos bolsistas. Cada bolsista terá que produzir um artigo para o primeiro semestre, e, um artigo para o segundo bimestre de acordo com os textos trabalhados na escola. O artigo do primeiro semestre deverá ser entregue até o dia 01/07/15, via e-mail para as primeiras correções.
  • Produção de textos para as aulas do segundo bimestre, deverá ser entregue por e-mail até o dia 09/05/15;
  • Obrigatoriedade de produção e entrega de relatório referente a participação do bolsista na Escola Maria Luiza Pinto Amaral. Cada bolsita deverá enviar seu relatório em um prazo de dois dias, após a realização de atividade na escola atendida.
  • Os Bolsitas: Fernando Victor, Hellen Barreto e Ytallo Kassio terão que entregar (via e-mail) os relatório de participação das atividades já realizadas, até o dia 15/05/15.
  • Leitura do texto da bolsistas Hellen Barreto para avaliação e contribuições;
  • Os Bolsistas Ytallo e Joelza não entregaram seus textos. Ficaram de encaminhar por e-mail.
  • Entrega de fotos do “Feliz Luzitânia” e dos alunos da escola num pendrive.
Planejamento do que precisa ser feito
  • Planejamento das aulas:
  • Leitura da Cartilha sobre Plágio enviada por e-mail a todos que fazem parte do projeto.
  • O que ocorrer.

 



No dia 15 de maio de 2015 - Apresentação de atividade pelos alunos




No dia 15 de maio de 2015, as seguintes turmas do ensino básico da Escola Municipal Maria Luiza Pinto Amaral: 731, 732, 831 e 832, apresentaram seminário de temas literários escolhidos por eles.
Como era esperado, as duas turmas do oitavo ano (731 e 732) e as duas turmas do nono ano (831 e 832) - ambas do ensino básico – se mostraram bastante descontraídas no tocante à relação entre colegas. Quanto à atividade apresentada, o que mais me chamou atenção foi a forma original com que eles procuraram se expressar diante de seus colegas: usando gírias e adjetivos próprios da sua faixa etária.

Pontos Negativos:
desinteresse por parte de alguns em fazer ou apresentar a atividade proposta. A timidez e conversas paralelas quando o colega está apresentando sua atividade. 

 

Relatório de atividade realizada em abril de 2015

Nome do bolsista: Ytallo K. F. de Souza
Supervisor PIBID: Walkyria C. S. dos Santos
Curso: Ciências Sociais
Nome do coordenador: Rúbia M. Pimentel
Nome da escola na qual se realiza o projeto:
Escola Municipal de Ensino Infantil e Fundamental Maria Luiza Pinto Amaral

Minha participação na atividade fotográfica e na aplicação das provas de avaliações foram importantes atividades na minha formação como docente, pois através desta experiência tive a oportunidade de analisar aspectos do contexto escolar que nas atividades anteriores não estavam presentes. Através das fotografias os alunos tiveram a possibilidade de mostrar sua identidade, de forma espontânea e os mesmos afirmaram seu pertencimento a determinado grupo social, alguns foram mais tímidos, outros ficaram mais à vontade diante da câmera. Isso demonstrar que os alunos são seres heterogêneos e que precisam ser enxergados desta forma. Todos realizaram está atividade, e puderam perceber que a Sociologia está presente em seus retratos e fotografias. Na realização das provas os alunos mostravam certo nervosismo, mas com o passar dos minutos, a tensão diminua e os mesmos finalizaram sua avaliação, grande porcentagem dos alunos, ao recordar das atividades do projeto “Sociologia com Arte” tinham maior facilidade em suas provas. Essas atividades que participei foram de suma importância para minha formação como licenciado, pois através delas pude presenciar os diferentes cenários e situações que o professor de Sociologia fica sujeito ao realizar atividades diversificadas dentro da Sala de aula.


                                            _____________________
                                             Ytallo K. F. de Souza

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Retrospectiva 2014 - Feira da Cultura - Cartazes da Exposição Fotográfica

Os Cartazes foram feitos pelos alunos para a exposição fotográfica.















Fotos by: Wakyria Santos

Retrospectiva 2014_ Feira da Cultura: Exposição Fotográfica “Pontos Turísticos de Belém: Um lugar e não-lugar”


Durante a Feira da Cultura da Escola Maria Luiza Pinto Amaral o projeto Sociologia com Arte – ficou de apresentar o tema: “Pontos Turísticos de Belém: um lugar e não lugar” - o salão de exposição teve a participação de todos os alunos atendidos no projeto, que pesquisaram fotos e basearam-se em textos trabalhados em sala de aula, enfatizando o texto “Marc-Augé: idéia de lugar e não-lugar”. 
Para o salão de exposição fora disponibilizado uma sala de aula para que outros participantes da Feira (comunidade escolar) pudessem observar o trabalho dos alunos.

















Fotos by: Wakyria Santos